O Algoritmo da Cesta nunca se tratou das máquinas. Tratava-se do abismo. Desde o dia em que o cinema e os circuitos moldaram o meu espanto de infância, percebi que a tecnologia nunca foi sobre metal ou linhas de código. Era sobre o reflexo humano projetado no invisível. A mesma curiosidade que nos fez olhar para Alan Turing e para as estrelas é a que nos faz segurar um lápis sobre uma folha em branco. A inteligência artificial não cria. Ela ressoa. Ela é um espelho vasto, um ecossistema de memórias que devolve a nós mesmos o que depositamos no…