Autor: Alberto Cidraes

Sign of the Times: o adeus que salva a humanidade Em 2026, enquanto vivemos sob o peso de tensões geopolíticas intensas e narrativas escatológicas que parecem anunciar “sinais dos tempos”, a música “Sign of the Times”, de Harry Styles, ganha nova e poderosa dimensão ao se tornar o coração emocional do filme Project Hail Mary, estrelado por Ryan Gosling e Sandra Hüller. https://www.youtube.com/watch?v=qN4ooNx77u0 Lançada em 2017, a canção nasceu de uma história real e dolorosa: uma mãe que, após dar à luz com complicações, recebe a notícia de que tem apenas minutos de vida. Seu último gesto é olhar para…

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Mitologias e Simbologias – Vivemos uma época em que a teoria do conhecimento se desdobra em tantas folhas, capítulos e versões que fica árduo e desafiador navegar o emaranhado assim criado no interior das nossas mentes. Mitologias e Simbologias – Crescemos mais na contradição do que na complementaridade entre ciência e religião, cada uma alojada em lados opostos do cérebro. Fomos construídos na dualidade em que o colonizador e o descobridor conviviam na mesma caravela, um querendo dominar, ensinar e explorar e o outro, aprender e alargar horizontes. As religiões monoteístas nos deram relatos explicativos com a verdade do dogma que…

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Alberto Cidraes Nos últimos dias tem surgido em Cunha, a polêmica, se os novos agentes e formas de cultura, intencionalmente ou não, têm apagado ou prejudicado os costumes e manifestações culturais mais antigos e tradicionais. É legítimo afirmar que isso aconteceu na colonização desenfreada das culturas e povos originários, por povos de origem lusa ou europeia, desde 1500. No entanto, apesar do inaudito sofrimento envolvido, o Brasil se transformou ao longo do tempo, num cadinho de culturas cuja miscigenação só nos enriquece e fortalece nossa identidade como Nação. Cunha passou por esse processo. Apagou a cultura originária local e criou…

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Viva a Rebeldia O meu respeito pela “civilização ocidental” é zero. A liderança tecnológica não foi acompanhada pelo desenvolvimento espiritual. Temos uma sociedade autofágica, superficial, que desperdiça recursos produzindo bens totalmente desnecessários ou nocivos que logo que debitados se transformam em dejetos não recicláveis. A solidariedade se expressa através de palavras vazias que não se transformam em atos. A sabedoria é desprezada, a ignorância é cultivada, a arrogância praticada, ao serviço da ganância. Os valores apregoados pela chamada “democracia” são usados para uma eficiente escravização das populações e da vida em geral pelas oligarquias “eleitas” pelos mesmos a quem exploram…

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